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Funcionários da CEF fizeram passeata no centro de Porto Alegre
09/10/2007

A caminhada, que foi embalada pelo som de um “apitaço”, chegou à Esquina Democrática ao meio-dia e culminou com a cremação de um boneco que representava a direção da Caixa e a intransigência da direção do banco, que ameaçou ajuizar o dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho em vez de priorizar a negociação. 

Pressão arrancou nova proposta

Na negociação iniciada no final da tarde de ontem, em Brasília, o Comando Nacinal e a Comissão Executiva dos Empregados receberam nova proposta da empresa, que será avaliada  pelos trabalhadores nas assembléias desta terça-feira. A Federação dos Bancários RS divulga até o final da tarde desta terça-feira as orientações para as assembléias.

Audiência do TST é adiada

Representantes da Caixa e dos trabalhadores da empresa apresentaram hoje uma petição ao ministro Milton de Moura França, vice-presidente do TST, para adiamento da audiência de conciliação e instrução do dissídio coletivo de greve ajuizado pela CEF, que estava marcada para às 14h. As partes informaram ao ministro que, após longas negociações na noite de ontem (08), estão próximas de chegar a um acordo que ponha fim à greve da categoria, iniciada dia 3 de outubro. O ministro adiou a audiência “sine die”. 

Fonte: SindBancários/FEEBRS
09/10/2007

 
Os empregados da Caixa Econômica Federal tomaram as ruas de Porto Alegre na manhã desta terça-feira e demonstraram a força da mobilização da categoria. Antes de partir para a passeata, que reuniu centenas de bancários, os trabalhadores deram as mãos em torno agência Central, na Praça da Alfândega, em um abraço simbólico ao prédio. O ato demonstrou a luta em defesa de um banco eficiente, público e forte, com melhor atendimento, menos filas, menores tarifas e taxas de juros mais baixas. 

Uma carta aberta foi entregue à população para mostrar que a mobilização dos empregados da Caixa também contempla os direitos dos clientes e usuário. Além de lutar pela reposição das perdas do período FHC, que chegam a 52%, os funcionários também exigem a contratação de mais pessoal para que o público tenha o atendimento eficiente que merece.