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Urânio empobrecido: Um crime de guerra dentro de uma guerra criminosa
10/05/2010

'Como se destruir um país e a sua cultura não fosse suficientemente mau, o que dizer acerca da destruição do seu futuro, dos seus filhos? Quero bradar isto de cima dos telhados! Somos cúmplices em crimes de tamanha enormidade que acho difícil encontrar as palavras para descrever o que sinto acerca deste crime cometido em meu nome! Em nome do mundo "civilizado"?'

Assim, o jornalista inglês William Bowles inicia o artigo Urânio empobrecido: Um crime de guerra dentro de uma guerra criminosa, escrito em 21/03/2010, no qual aborda as horrorosas conseqüências do despejo de centenas de toneladas de urânio empobrecido sobre o Iraque pela forças armadas dos Estados Unidos:

No artigo, Bowles traz ainda as seguintes informações:

“Desde 1991, os EUA libertaram atomicidade equivalente a pelo menos 400 mil bombas de Nagasaki na atmosfera global. Isto é 10 vezes a quantidade libertada durante testes atmosféricos, a qual era o equivalente a 40 mil bombas de Hiroshima. Os EUA contaminaram permanentemente a atmosfera global com poluição radioactiva que tem uma semi-vida de 2,5 mil milhões de anos.”

“Terry Jemison do U.S. Department of Veterans Affairs declarou em Agosto de 2004 que mais de 518 mil veteranos do Golfo (período de 14 anos) estão agora com incapacidade médica e que 7.039 foram feridos no campo de batalha naquele mesmo período. Mais de 500 mil veteranos dos EUA estão sem casa.”

“Em alguns estudos de solados que tiveram bebés normais antes da guerra, 67 por cento dos bebês pós-guerra nasceram com defeitos graves – com falta de cérebro, olhos, órgãos, pernas e braços e doenças do sangue.”

Bowles também disponibliza o acesso a "fotos impróprias para pessoas sensíveis".

Para ler a íntegra do artigo e William Bowles, acesse www.resistir.info/iraque/du_21mar10.html

 

Secretaria de Imprensa e Divulgação