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Bancários e ABN Real negociam no dia 1º de junho
26/05/2007

A Contraf-CUT e a direção do ABN Real reúnem-se na próxima sexta-feira, dia 1º de junho, na matriz do banco, em São Paulo. Estarão presentes no encontro a diretora executiva de RH, Mônica Cardoso, e o gerente de relações sindicais, Jerônimo dos Anjos. Em pauta, as graves distorções salariais e a proteção ao emprego. A questão dos salários é uma das mais importantes reivindicações do processo de negociação, que teve início em fevereiro de 2006. A distorção gera fatos curiosos, como caixas que não querem ser promovidos para a função de sub-gerente ou assistente, pois, apesar do aumento de responsabilidade e, principalmente, da jornada de trabalho, continuariam recebendo praticamente os mesmos salários. Os bancários exigem o compromisso do banco em construir um acordo para os salários dessas funções em junho. Há mais de três anos, os sindicatos insistem em negociações sérias para valorização dessas funções. A Contraf-CUT e a direção do ABN Real reúnem-se na próxima sexta-feira, dia 1º de junho, na matriz do banco, em São Paulo. Estarão presentes no encontro a diretora executiva de RH, Mônica Cardoso, e o gerente de relações sindicais, Jerônimo dos Anjos. Em pauta, as graves distorções salariais e a proteção ao emprego. A questão dos salários é uma das mais importantes reivindicações do processo de negociação, que teve início em fevereiro de 2006. A distorção gera fatos curiosos, como caixas que não querem ser promovidos para a função de sub-gerente ou assistente, pois, apesar do aumento de responsabilidade e, principalmente, da jornada de trabalho, continuariam recebendo praticamente os mesmos salários. Os bancários exigem o compromisso do banco em construir um acordo para os salários dessas funções em junho. Há mais de três anos, os sindicatos insistem em negociações sérias para valorização dessas funções. A Contraf-CUT e a direção do ABN Real reúnem-se na próxima sexta-feira, dia 1º de junho, na matriz do banco, em São Paulo. Estarão presentes no encontro a diretora executiva de RH, Mônica Cardoso, e o gerente de relações sindicais, Jerônimo dos Anjos. Em pauta, as graves distorções salariais e a proteção ao emprego. A questão dos salários é uma das mais importantes reivindicações do processo de negociação, que teve início em fevereiro de 2006. A distorção gera fatos curiosos, como caixas que não querem ser promovidos para a função de sub-gerente ou assistente, pois, apesar do aumento de responsabilidade e, principalmente, da jornada de trabalho, continuariam recebendo praticamente os mesmos salários. Os bancários exigem o compromisso do banco em construir um acordo para os salários dessas funções em junho. Há mais de três anos, os sindicatos insistem em negociações sérias para valorização dessas funções. A Contraf-CUT e a direção do ABN Real reúnem-se na próxima sexta-feira, dia 1º de junho, na matriz do banco, em São Paulo. Estarão presentes no encontro a diretora executiva de RH, Mônica Cardoso, e o gerente de relações sindicais, Jerônimo dos Anjos. Em pauta, as graves distorções salariais e a proteção ao emprego. A questão dos salários é uma das mais importantes reivindicações do processo de negociação, que teve início em fevereiro de 2006. A Contraf-CUT e a direção do ABN Real reúnem-se na próxima sexta-feira, dia 1º de junho, na matriz do banco, em São Paulo. Estarão presentes no encontro a diretora executiva de RH, Mônica Cardoso, e o gerente de relações sindicais, Jerônimo dos Anjos. Em pauta, as graves distorções salariais e a proteção ao emprego. A questão dos salários é uma das mais importantes reivindicações do processo de negociação, que teve início em fevereiro de 2006. A distorção gera fatos curiosos, como caixas que não querem ser promovidos para a função de sub-gerente ou assistente, pois, apesar do aumento de responsabilidade e, principalmente, da jornada de trabalho, continuariam recebendo praticamente os mesmos salários. Os bancários exigem o compromisso do banco em construir um acordo para os salários dessas funções em junho. Há mais de três anos, os sindicatos insistem em negociações sérias para valorização dessas funções.