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Seminário de segurança bancária acontece em Curitiba
21/05/2007

O 3º Seminário Nacional de Segurança Bancária será realizado no auditório do Senge, no Shopping Itália (Av. Marechal Deodoro, 630/22o andar), a partir das 8h30 A Contraf/CUT, juntamente com a Fetec-CUT/PR e o Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região estão promovendo, em parceria com o Sindicato dos Vigilantes de Curitiba, o 3º Seminário Nacional de Segurança Bancária. O evento, que será realizado no próximo dia 30 de maio naquela cidade, visa discutir medidas mais eficazes no combate à violência que tem vitimado funcionários e clientes dos bancos. “É importante que a categoria aprofunde o debate sobre segurança e aprove encaminhamentos para reforçar a mobilização dos bancários e da sociedade contra a violência nos bancos”, salienta o titular da Comissão de Segurança Bancária da FEEB-RS, Ademir Wiederkehr. Segundo o dirigente sindical, os bancários gaúchos irão relatar no seminário suas experiências na área, destacando a existência de leis municipais específicas em diversos municípios do Estado; os levantamentos detalhados feitos pelo Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e FEEB-RS sobre os ataques a bancos; as manifestações realizadas pelo movimento sindical bancário relacionadas ao tema e a participação dos bancários no Grupo Interinstitucional de Segurança Bancária – fórum da Secretaria Estadual de Justiça e Segurança. Responsabilidade Para ter idéia do tamanho do problema da violência em bancos, em São Paulo, cidade que concentra o maior número de bancos da América Latina, foram registrados, segundo a Secretaria de Segurança Pública, pelo menos 1.053 assaltos a agências nos últimos três anos. Essa escalada da violência fez com que a Contraf/CUT tomasse algumas iniciativas, como a ida a Brasília do presidente da entidade, Vagner Freitas, para solicitar ao Secretario Nacional de Segurança Pública que se cobre a responsabilização efetiva dos bancos sobre essa questão. “Boa parte dos assaltos acontece por fragilidades no sistema de segurança, que é de responsabilidade dos bancos, e essa fragilidade ocorre por falta de investimentos”, critica Carlos Cordeiro, secretário-geral da Contraf/CUT. Para Carlos, isso fica nítido quando olhamos para os dados fornecidos pela própria CCasp, órgão do Ministério da Justiça, que apontam alto índice de agências multadas por número insuficiente de vigilantes. “55% das autuações feitas pela Polícia Federal dizem respeito à falta de vigilantes, seja no auto-atendimento, seja dentro da agencia”, acusa. Atualmente existem no Brasil mais de 17.500 agências bancárias. Pelas normas em vigor, todas devem dispor de vigilantes, alarmes e equipamentos eletrônicos, sendo que a partir deste ano, segundo a Portaria 387, de 28/08/2006, coletes à prova de bala e detectores manuais passaram a integrar os itens de segurança. Legenda da foto: Agências do Banrisul são as mais assaltadas no Estado *Contraf-CUT/Assessoria de Imprensa da FEEB-RS 16/05/2007 O 3º Seminário Nacional de Segurança Bancária será realizado no auditório do Senge, no Shopping Itália (Av. Marechal Deodoro, 630/22o andar), a partir das 8h30 A Contraf/CUT, juntamente com a Fetec-CUT/PR e o Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região estão promovendo, em parceria com o Sindicato dos Vigilantes de Curitiba, o 3º Seminário Nacional de Segurança Bancária. O evento, que será realizado no próximo dia 30 de maio naquela cidade, visa discutir medidas mais eficazes no combate à violência que tem vitimado funcionários e clientes dos bancos. “É importante que a categoria aprofunde o debate sobre segurança e aprove encaminhamentos para reforçar a mobilização dos bancários e da sociedade contra a violência nos bancos”, salienta o titular da Comissão de Segurança Bancária da FEEB-RS, Ademir Wiederkehr. Segundo o dirigente sindical, os bancários gaúchos irão relatar no seminário suas experiências na área, destacando a existência de leis municipais específicas em diversos municípios do Estado; os levantamentos detalhados feitos pelo Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e FEEB-RS sobre os ataques a bancos; as manifestações realizadas pelo movimento sindical bancário relacionadas ao tema e a participação dos bancários no Grupo Interinstitucional de Segurança Bancária – fórum da Secretaria Estadual de Justiça e Segurança. Responsabilidade Para ter idéia do tamanho do problema da violência em bancos, em São Paulo, cidade que concentra o maior número de bancos da América Latina, foram registrados, segundo a Secretaria de Segurança Pública, pelo menos 1.053 assaltos a agências nos últimos três anos. Essa escalada da violência fez com que a Contraf/CUT tomasse algumas iniciativas, como a ida a Brasília do presidente da entidade, Vagner Freitas, para solicitar ao Secretario Nacional de Segurança Pública que se cobre a responsabilização efetiva dos bancos sobre essa questão. “Boa parte dos assaltos acontece por fragilidades no sistema de segurança, que é de responsabilidade dos bancos, e essa fragilidade ocorre por falta de investimentos”, critica Carlos Cordeiro, secretário-geral da Contraf/CUT. Para Carlos, isso fica nítido quando olhamos para os dados fornecidos pela própria CCasp, órgão do Ministério da Justiça, que apontam alto índice de agências multadas por número insuficiente de vigilantes. “55% das autuações feitas pela Polícia Federal dizem respeito à falta de vigilantes, seja no auto-atendimento, seja dentro da agencia”, acusa. Atualmente existem no Brasil mais de 17.500 agências bancárias. Pelas normas em vigor, todas devem dispor de vigilantes, alarmes e equipamentos eletrônicos, sendo que a partir deste ano, segundo a Portaria 387, de 28/08/2006, coletes à prova de bala e detectores manuais passaram a integrar os itens de segurança. Legenda da foto: Agências do Banrisul são as mais assaltadas no Estado *Contraf-CUT/Assessoria de Imprensa da FEEB-RS 16/05/2007 O 3º Seminário Nacional de Segurança Bancária será realizado no auditório do Senge, no Shopping Itália (Av. Marechal Deodoro, 630/22o andar), a partir das 8h30 A Contraf/CUT, juntamente com a Fetec-CUT/PR e o Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região estão promovendo, em parceria com o Sindicato dos Vigilantes de Curitiba, o 3º Seminário Nacional de Segurança Bancária. O evento, que será realizado no próximo dia 30 de maio naquela cidade, visa discutir medidas mais eficazes no combate à violência que tem vitimado funcionários e clientes dos bancos. “É importante que a categoria aprofunde o debate sobre segurança e aprove encaminhamentos para reforçar a mobilização dos bancários e da sociedade contra a violência nos bancos”, salienta o titular da Comissão de Segurança Bancária da FEEB-RS, Ademir Wiederkehr. Segundo o dirigente sindical, os bancários gaúchos irão relatar no seminário suas experiências na área, destacando a existência de leis municipais específicas em diversos municípios do Estado; os levantamentos detalhados feitos pelo Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e FEEB-RS sobre os ataques a bancos; as manifestações realizadas pelo movimento sindical bancário relacionadas ao tema e a participação dos bancários no Grupo Interinstitucional de Segurança Bancária – fórum da Secretaria Estadual de Justiça e Segurança. Responsabilidade Para ter idéia do tamanho do problema da violência em bancos, em São Paulo, cidade que concentra o maior número de bancos da América Latina, foram registrados, segundo a Secretaria de Segurança Pública, pelo menos 1.053 assaltos a agências nos últimos três anos. Essa escalada da violência fez com que a Contraf/CUT tomasse algumas iniciativas, como a ida a Brasília do presidente da entidade, Vagner Freitas, para solicitar ao Secretario Nacional de Segurança Pública que se cobre a responsabilização efetiva dos bancos sobre essa questão. “Boa parte dos assaltos acontece por fragilidades no sistema de segurança, que é de responsabilidade dos bancos, e essa fragilidade ocorre por falta de investimentos”, critica Carlos Cordeiro, secretário-geral da Contraf/CUT. Para Carlos, isso fica nítido quando olhamos para os dados fornecidos pela própria CCasp, órgão do Ministério da Justiça, que apontam alto índice de agências multadas por número insuficiente de vigilantes. “55% das autuações feitas pela Polícia Federal dizem respeito à falta de vigilantes, seja no auto-atendimento, seja dentro da agencia”, acusa. Atualmente existem no Brasil mais de 17.500 agências bancárias. Pelas normas em vigor, todas devem dispor de vigilantes, alarmes e equipamentos eletrônicos, sendo que a partir deste ano, segundo a Portaria 387, de 28/08/2006, coletes à prova de bala e detectores manuais passaram a integrar os itens de segurança. Legenda da foto: Agências do Banrisul são as mais assaltadas no Estado *Contraf-CUT/Assessoria de Imprensa da FEEB-RS 16/05/2007