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Resoluções do Encontro Estadual dos Funcionários da Caixa Econômica Federal
09/06/2014

 

No dia 31 de maio de 2014, foi realizado, em Porto Alegre, o Encontro Estadual dos Funcionários da Caixa Econômica Federal.  O evento contou com a participação de 53 funcionários da CEF de todo o Estado.  De Passo Fundo, estiveram presentes a colega Iloci Silvia Doebber e o colega Marlon Roberto Monteiro de Andrade.  Além dos debates e deliberações sobre as reivindicações a serem apresentadas e negociadas com a diretoria do Caixa Econômica Federal na Campanha Nacional dos Bancários,  os presentes elegeram a delegação do Rio Grande do Sul ao 30º Congresso Nacional dos  Funcionários da CEF (Conecef) que foi realizado nos dias 6, 7 e 8 de junho, em São Paulo.  A colega Iloci Sílvia Doebber foi eleita delegada ao Conecef.   Abaixo, disponibilizamos as resoluções do encontro.

Secretaria de Imprensa e Divulgação

 

 

 

ENCONTRO ESTADUAL DE EMPREGADOS E EMPREGADAS DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL DO RS

31 de maio de 2014 – sábado

No Hotel Embaixador (na Rua Jerônimo Coelho, 354 – Centro Histórico – Porto Alegre, RS), integrando a programação da 16ª Conferência Estadual dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras do Rio Grande do Sul

 

R E S O L U Ç Õ E S

 

Participantes: 80 delegados/as (49 homens e 31 mulheres), representando 17 Sindicatos de Bancários filados à FETRAFI/RS.

 

Mesa dos Trabalhos: Rachel Weber e (Diretora do SindBancários Porto Alegre) e Maristela Rocha (Diretora da FETRAFI/RS).

 

            Os debates foram realizados seguindo a ordem dos grupos do Congresso Nacional. As propostas serão levadas pela delegação gaúcha ao 30 Congresso Nacional dos Empregados da Caixa - CONECEF, que acontecerá nos dias 06, 07 e 08 de junho de 2014, no Hotel Holiday Inn, Rua Prof. Milton Rodrigues, 100 – Parque Anhembi, São Paulo, conforme abaixo:

 

1 - ORGANIZAÇÃO DO MOVIMENTO

 

- Participação dos empregados e empregadas da Caixa na Campanha Nacional Unificada dos Bancários;

- Mesa de negociação geral com a FENABAN e mesa específica com a Caixa em negociações concomitantes às da FENABAN;

- CONECEF 2013: Para 2014, que a proporção e critérios para eleição de delegados nos estados seja de 1 para cada 150 empregados ativos e aposentados da Caixa na base estadual.

 

1.1 - Eixos Específicos:

  1. Melhores Condições de Trabalho
  2. Reposição das Perdas/Recuperação do poder de compras dos salários.
  3. Respeito à Jornada de Trabalho
  4. Fim do Banco de Horas
  5. Saúde Caixa (Estruturação Interna e valorização de quem atende)
  6. PCS
  7. Repúdio ao modelo adotado pela Caixa, quando da abertura de novas Agências.
  8. Repúdio ao corte de dotação orçamentária, com relação ao pagamento das horas extras realizadas.
  9. Pagamento de 100% das horas-extras realizadas, para todos empregados das unidades da Caixa, com o fim das duas rubricas(Projetos) existentes, uma para empregados que optam por compensar 50% das horas e outra que paga total das horas realizadas para unidades de até 15 empregados.
  10. Fim da discriminação aos participantes do Reg-Replan.
  11. Fim do acúmulo e/ou desvio de função que acontece nas Reret´s desde que ocorreu a extinção do cargo de Supervisor~, voltando a ser do tesoureiro essas atribuições.

 

1.2 - Delegados e Delegadas Sindicais:

  1. Respeito aos mandatos dos Delegados e Delegadas Sindicais, não permitindo abaixo-assinados encaminhados pelos gestores;
  2. Todo e qualquer conflito com Delegados e Delegadas Sindicais nos locais de trabalho tem que ser discutido com a presença da representação do Sindicato local;
  3. A Caixa garantirá ao Delegado Sindical, pelo menos uma liberação de ponto por mês, de forma automática, para atividade do Sindicato.
  4. O pedido de destituição do Delegado Sindical, será apreciado e deliberado pela respectiva Entidade Sindical.
  5. Fortalecimento do fórum de Delegados/as Sindicais;
  6. Realização de mais encontros de Delegados/as Sindicais;
  7. Ampliação do número de Dirigentes Sindicais liberados, usando critérios de proporcionalidade ao número de empregados na base e aos sindicatos (seguindo a regra de Bancos Privados).

 

2 – SAÚDE DO TRABALHADOR/CONDIÇÕES DE TRABALHO/SAÚDE CAIXA

 

2.1 – Saúde do Trabalhador e Condições de Trabalho:

  1. Referendada a Minuta aprovada no 28º CONECEF com novos adendos;
  2. Reivindicar à CAIXA a atualização e melhoria no setor de TI – Tecnologia de Informação, equipamentos, redes etc.;
  3. Fim do modelo de abertura de agências com menos empregados do que o necessário;
  4. Fim do assédio moral;
  5. Fim dos mecanismos de competição entre agências com concessão de medalhas, ranking e podium, etc.;
  6. Criação de uma representação de pessoas (GIPES) – REPES - em cada Superintendência Regional;
  7. Que a Caixa promova, sistematicamente programas e ações com o objetivo de prevenir as doenças ocupacionais e de promover a saúde do trabalhador, consultando periodicamente os empregados e as entidades sindicais sob os pontos mais críticos em relação ao ambiente de trabalho e à saúde do trabalhador.
  8. Instalação de exaustores com filtros apropriados em cada posto de trabalho de avaliador de penhor;
  9. Que é necessário avançar no conceito de assédio moral, no sentido de compreender que faz parte de uma violência organizacional. Muitas vezes o assediador é apenas um multiplicador de uma política deliberada pelo patrão.
  10. Que o fluxo de email`s enviados aos empregados, siga o organograma da instituição e que sejam evitados o envio de email com o mesmo fim, enviados por várias áreas hierárquicas, gerando uma pressão por cumprimento de metas e informações.
  11. Proibir a divulgação de informações de gestão tais como: relatórios, estatísticas de atendimento, resultado de vendas de produtos e outros, com o objetivo de estabelecer comparativos entre os empregados.
  12. Repúdio ao novo modelo de gestão que estimula a competição predatória entre os empregados.

 

2.2 – Saúde Caixa:

  1. Foram referendadas as propostas contidas no relatório do 28º CONECEF que não forem conflitantes com o aqui aprovado para encampar como reivindicações ao 29º CONECEF;
  2. Formação de GTs Saúde Caixa em todas as SRs, com a finalidade de auxiliar na ampliação do credenciamento de novos profissionais e instituições;
  3. Nomeação de um consultor de saúde por SR, vinculado à GIPES, com a incumbência de tratar exclusivamente do Saúde Caixa;
  4. Cada Superintendência Regional deve ter uma pessoa definida para fazer credenciamento de serviços e profissionais para o Saúde Caixa;
  5. Estruturação de carreira para os empregados que atuam no Saúde Caixa;
  6. Que seja feito o credenciamento dos hospitais do interior para realização de check up, e com abono do dia para o empregado, assim como é realizado hoje nos hospitais da capital;
  7. Divulgação das regiões onde existe convênio com a UNIMED;
  8. Reforçar a estrutura das GIPES, não repassando ao agente de RH da unidade a responsabilidade de atividades fim da GIPES;
  9. Dar divulgação de como estão sendo aplicados os recursos do plano, que está superavitário;
  10. Melhor divulgação dos convênios do Saúde Caixa, para os beneficiários;
  11. Abono do dia da consulta quando for realizada fora de sua cidade de lotação;
  12. Convênio prioritário de atendimento de emergência;
  13. Ação de credenciamento nas cidades do interior;
  14. Reunião estadual para debater Saúde Caixa no RS;
  15. Ressarcimento de valores totais de serviços e honorários médicos por livre escolha.
  16. Criar nível de avaliação para os médicos com um Comitê de Qualificação.
  17. A volta da emissão do cartão do Saúde Caixa.
  18. Implantação do Cartão Saúde Caixa. Um benefício pago pela Caixa e creditado através do saúde-caixa numa conta individualizada do beneficiário mensalmente, nos mesmos moldes do vale alimentação. A utilização seria através do cartão do saúde caixa que receberia um chip para transformá-lo em cartão de débito.”
  19. Que a Caixa assuma a função da empresa Impacto (terceirizada).
  20. Melhorias no PCMSO que o torne um serviço ao trabalhador.

 

3 – FUNCEF/PREVHAB/APOSENTADOS

 

3.1 – FUNCEF:

 

            Alterações às Leis Complementares 108 e 109/2001: Apoiar a proposta do Projeto de Lei Complementar 161/12, do deputado Ricardo Berzoini, que revisa normas gerais das entidades de previdência complementar e também aquelas aplicadas aos fundos de pensão das empresas públicas e das sociedades de economia mista. Em relação às normas aplicadas aos fundos de pensão das empresas públicas, o texto altera pontos relativos à gestão, à formação e à dinâmica dos órgãos de administração e de fiscalização previstos na Lei Complementar 108/01.

 

            Entre as mudanças propostas pelo projeto de lei está o fim da limitação dos números máximos de integrantes dos conselhos Deliberativo e Fiscal – atualmente fixados em seis e quatro, respectivamente.

 

            A proposta também retira dos representantes da empresa patrocinadora do fundo a competência para indicar o presidente do Conselho Deliberativo, bem como o voto de qualidade do presidente. Da mesma forma, o texto retira o poder dos representantes dos assistidos de indicar o presidente do Conselho Fiscal e derruba o voto de qualidade desse presidente. Outra mudança é a garantia da estabilidade para os membros do Conselho Fiscal.

 

            O Conselho Fiscal passa a ser obrigado a apresentar relatórios de controles internos com periodicidade mínima semestral. O texto também determina que a Diretoria Executiva do fundo de pensão tenha composição paritária, exigência não incluída na legislação em vigor.

 

            O projeto acaba ainda com a obrigatoriedade de aprovação prévia da União (ou ente ao qual o fundo é vinculado) e da empresa patrocinadora do fundo público para que ele participe de qualquer operação que implique o controle de uma empresa pelo fundo. Esse dispositivo, que o projeto quer suprimir, foi o responsável pelo questionamento da compra de ações do Citigroup na Brasil Telecom pelos fundos de pensão, já que o acordo deveria ter autorização prévia da União e das empresas patrocinadoras do fundo de pensão.

 

            O texto também altera as normas gerais do sistema de previdência complementar, previstas na Lei Complementar 109/01. O projeto garante, por exemplo, que, nos planos de contribuição definida e de contribuição variável, o resgate contemplará o direito acumulado pelo participante no plano, descontadas as parcelas relativas ao custeio administrativo e as relativas à cobertura dos benefícios de risco de responsabilidade do participante.

 

            Além disso, o projeto obriga a negociação entre as patrocinadoras e as entidades representativas dos participantes sobre qualquer alteração no regulamento dos planos de benefícios. Determina ainda que as alterações não poderão reduzir os benefícios previstos no regulamento anterior.

 

            Se houver resultados superavitários do plano de benefício a ponto de permitir a revisão do plano, o projeto proíbe a devolução de valores à empresa patrocinadora e aos participantes e permite que a revisão do plano de benefícios contemple os participantes ativos (que contribuem) e assistidos (que recebem os benefícios), a partir da data em que for autorizada a alteração no regulamento pelo órgão regulador e fiscalizador.

 

            Se houver prejuízo, o projeto determina que o patrocinador arque com a responsabilidade, se o déficit for decorrente de compromissos assumidos exclusivamente por ele.

 

            Dívida da Caixa com a FUNCEF: Exigir de todas as entidades representativas (APCEFs, Sindicatos, Federações, FENAE e FETRAFI) uma posição forte no sentido de cobrar da CAIXA que assuma suas responsabilidades como patrocinadora da FUNCEF, mormente no que se refere ao aporte de recursos relativos ao serviço passado em condenações trabalhistas, cujos reflexos na fundação são consequência de ações da patrocinadora como empregadora, não podendo a FUNCEF arcar com esses custos, aos quais não deu azo e dos quais não é responsável direta ou indiretamente. Esta reivindicação deve constar da pauta de negociações e ser uma das prioridades da campanha salarial.

 

            Proposta de texto para manifestação das entidades junto à CAIXA: A CAIXA, como patrocinadora e responsável exclusiva até 2001, e principal responsável desde então, face o voto de qualidade, pela gestão da FUNCEF, deve assumir sua responsabilidade referente ao aporte de recursos, relativo ao serviço passado, decorrente de condenações trabalhistas que alteram o salário de contribuição, onerando os benefícios pagos pela FUNCEF.

 

            Representantes da FUNCEF nos Conselhos de Administração das empresas em que a fundação é acionista:

 

- Não se deve estimular nem criar mecanismos de facilitação da participação de sindicalistas nesses conselhos de empresas privadas, pois a finalidade sindical não é

compatível com esse trabalho, criando situações paradoxais entre o sindicalista e os interesses dos trabalhadores nessas empresas.

 

- Página específica, nos informativos da fundação com dados sobre esses representantes, como seus nomes, as empresas em que representam a FUNCEF e respectivos jetons, bem como os balanços das empresas nas quais a fundação tem participação;

 

- O processo de definição dos critérios de escolha desses representantes, deu-se de maneira atabalhoada, sendo recebida proposta acabada da fundação, sem possibilidade de maiores debates entre os representantes dos participantes e a fundação. Por isso, devemos manter o grupo paritário para aperfeiçoar essa discussão e promover eventuais futuras alterações nos critérios.

 

            Voto de qualidade: Enquanto não alcançarmos a aprovação do projeto do Dep. Berzoini, devemos exigir que a CAIXA se abstenha de usar o voto de qualidade, restringindo-o a assuntos sem definição, que já tenham sido discutidos em, pelo menos, três reuniões anteriores do CD.

 

            Eleições FUNCEF: Para garantir uma maior representatividade nas eleições da Fundação, propomos a instituição de segundo turno, caso nenhuma das chapas concorrentes alcancem maioria (50% + 1) no primeiro turno.

 

            Migração REB para o novo plano: Fazer atuação direta, através de todas as entidades representativas, junto ao DEST e ao Ministério do Planejamento, para que aprovem a migração dos participantes do REB ao Novo Plano, demonstrando a ausência de prejuízo à CAIXA e à fundação e a viabilidade dessa migração.

 

- Enquanto não for alcançada essa autorização, a FUNCEF e todas as entidades representativas devem promover campanha informativa junto aos participantes do REB, esclarecendo as vantagens da migração imediata ao NP e os prejuízos decorrentes na permanência no REB. Quando obtida a autorização, o saldo da conta deverá migrar com os valores de JUN/2006, mediante pagamento das contribuições a menor, dos participantes e Patrocinadora.

 

            PREVHAB: Todas as entidades representativas devem engajar-se na luta pela reabertura de negociações com a FUNCEF e CAIXA buscando a migração dos participantes da Prevhab para a FUNCEF em plano específico, que mantenha os mesmos benefícios recebidos na Prevhab.

 

            Igualdade de Gênero: A FUNCEF deve praticar seu compromisso com a igualdade de gênero, dando solução à discriminação sofrida pelas mulheres que se aposentaram proporcionalmente no REG.

 

            Autonomia dos eleitos, manifestando publicamente em alto e bom som a pauta dos assistidos, diferentemente do que vem sendo feito hoje, em que a posição dos eleitos não se diferencia da posição dos representantes da Caixa.

 

            Que as perdas salariais dos aposentados sejam tratadas com a mesma importância que as perdas dos empregados da ativa.

 

            Respeito pelo direito dos beneficiários dentro dos planos da FUNCEF.

 

3.2 – Aposentados:

 

            Os aposentados são partes da história da CAIXA e da luta dos seus trabalhadores. Durante o período neoliberal perderam o direito ao cheque alimentação e viram seu benefício aviltado pelos anos de reajuste zero, sendo impelidos a migrarem para o REB.

 

             Com a constituição do GT paritário, que discutiu os planos da FUNCEF, foi possível reestruturar-se o REG/REPLAN e promover-se o saldamento, que garantiu os direitos acumulados, manteve o critério de aposentadoria por tempo de serviço; garantiu a recuperação de parte importante das perdas com a incorporação da variação do INPC de setembro/2005 a agosto/2006 (2,75%); fez incidir o reajuste de 10% sobre o Benefício Saldado; extinguiu a contribuição para o custeio do plano, o que representou um ganho real médio de 9%; incidência de reajuste de até 4% em setembro/2006; reajuste pelo INPC, garantindo a manutenção do poder de compra do benefício; desvinculação ao benefício do INSS, propiciando o recebimento direto dos reajustes do INSS; criação do Fundo para Revisão do Benefício Saldado, constituído por 50% da rentabilidade acima do atuarial da FUNCEF, destinado para aumento real do benefício saldado; criação do Fundo de Acumulação de Benefícios, possibilitando ao empregado elegível à aposentadoria que deseje permanecer trabalhando na Empresa acumular os valores dos benefícios a que teria direito a partir da elegibilidade.

 

            O Novo Plano também introduziu avanços em relação ao REB, dentre eles a possibilidade de contribuição do empregado e da CAIXA sobre o CTVA, ampliação da participação contributiva da CAIXA de 7 para 12% sobre o valor da Folha de Pagamento; garantia de resgate de 100% do total da conta para os participantes com até 15 anos de FUNCEF, após 15 anos já têm direito a benefício continuado; criação do fundo de reserva para aumento real de benefício.

 

            Porém, alguns colegas optaram por permanecer no REG/REPLAN não saldado e, apesar de termos obtido a alteração do método de financiamento, que reduziu o valor da contribuição prevista no método anterior, a maior ameaça ao equilíbrio do plano provém das reclamações trabalhistas que o afetam diretamente. Por isso, é essencial que se exija que a CAIXA se responsabilize sobre os valores

 

4 – SEGURANÇA BANCÁRIA

 

4.1 - Referendadas as propostas aprovadas no 28º CONECEF que ainda não foram implementadas para que retornem ao 29º CONECEF, a fim de compor a Minuta da Caixa;

 

4.2 - A Caixa não poderá abrir suas agências sem o total cumprimento do Plano de Segurança homologado pela Policia Federal;

 

4.3 - Recomenda-se aos empregados da Caixa, quando de assalto, não acionar o dispositivo de alarme enquanto os assaltantes permanecerem na agências;

 

4.4 - As entidades sindicais deverão desenvolver uma campanha nacional para que em todos os municípios com agências e postos bancários sejam aprovadas leis que tratem da segurança bancária e outras, como:

          - Guarda volumes;

          - Biombos e divisórias de Isolamentos nos auto-atendimentos;

          - Portas de seguranças;

          - Vidros blindados.

4.4.1- Que nas Agências onde não houver porta de segurança e vigilantes, seja proibida a presença de empregados, estagiários e terceirizados, para garantir a segurança de clientes e empregados.

 

4.4.2- Corredor de abastecimento de cash, para evitar a exposição do funcionário na área de atendimento aos clientes.

 

4.5 - A Caixa deve rever e aprimorar as divisórias específicas de isolamento interno entre o público e o empregado.

 

4.6 - Deverá ser alterado o guichê para dar maior segurança ao caixa (mergulhão).

 

5 – REPRESENTAÇÃO DOS TRABALHADORES NO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA CAIXA

 

5.1 – Cumprimento da Lei: Exigir da Diretoria da Caixa o imediato cumprimento da Lei N.º 12.352, de 28 de dezembro de 2012, e a Portaria N.º 26, de 11 de março de 2011, que dispõe sobre a participação de empregados nos Conselhos de Administração das empresas públicas e sociedade de economia mista, suas subsidiárias e controladas e demais empresas em que a união, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto.

 

5.2 -     Aprovar a resolução desde que a Caixa altere o Regulamento, pois discrimina funcionários que não poderão concorrer, privilegiando gestores. Que seja no mínimo igual ao do Banco do Brasil. Se não houver mudanças o movimento não deve participar.

 

5.3 – Efetivar a participação do suplente eleito nas reuniões.

 

5.4 – Permitir a participação dos conselheiros eleitos nas discussões sobre questões trabalhistas.

 

6 – JORNADA/SIPON/ISONOMIA

 

6.1 – Jornada:

 - Reiterar as deliberações do 28º CONECEF que ainda não foram implementadas para se incorporar às deliberações do 29º CONCEF;

- Fim do Banco de Horas - Horas Extras Feitas – Horas Extras Pagas;

- Pelo cumprimento da Jornada;

- 6 horas para tesoureiros (defini-los como técnicos);

- Nacionalização da Campanha pela Conscientização do Cumprimento da Jornada de Trabalho, desenvolvida no Rio Grande do Sul;

- Repúdio à maneira como foi encaminhada a discussão da CCV 7ª e 8ª horas;

- Comissões de “Confiança” - registrar ponto e remunerar horas extras quando realizadas.

 

6.2 – SIPON:

- Cumprimento imediato do login único negociado em mesa permanente;

- SIPON – Fazer cumprir na sua integralidade a Portaria 373, de 25/02/2011, que prevê a participação das entidades sindicais na fiscalização do cumprimento dos requisitos básicos previstos nesta portaria.  Criar no ACT cláusula específica para este ponto, com a transcrição na íntegra dos termos que têm sido acordados com os bancos privados;

- Os empregados e empregadas da Caixa têm que ter participação efetiva no debate e assembléias específicas para tratar do Sistema de Ponto Eletrônico na Caixa.

- Proibição da antecipação de saldo negativo de horas, para compensar posteriormente, pelo motivo de não gerar hora extra.

- Proibição do intervalo de 60 minutos na jornada de 6 horas, pelo motivo dessa jornada não poder ser particionada.

 

6.3 – Isonomia:

Resgatar o movimento nacional pela isonomia na Caixa

 

7 – CONTRATAÇÃO/PAPEL SOCIALDA CAIXA

 

7.1 – Contração:

- Fim da terceirização;

- Criar equipes externas para monitorar e fiscalizar o cumprimento da Lei do Estágio e do Menor Aprendiz, exigindo da Caixa o não desvio de função a que se propõe a legislação;

- Que os sindicatos fiscalizem, periodicamente, em sua área de atuação, o cumprimento da lei do estágio e menor aprendiz, bem como dos terceirizados, para que possam “in loco” averiguar as irregularidades, com ajuda e acompanhamento da Delegacia Regional do Trabalho, sem a necessidade de denúncia.

- Exigir da Caixa melhor atendimento e relacionamento das empresas terceirizadas com seus funcionários, que normalmente são atendidos de forma precária pelos seus “chefes”.

 

7.2 - Deficientes físicos

   - Exigir que a caixa cumpra a cota de deficientes físicos nas contratações de empregados, e caso haja descumprimento que a multa seja de valor significativo (elevado).

 

7.3 – Papel da Caixa:

            Regatar o papel de banco público da Caixa com atuação voltada para Banco Social dando ênfase ao atendimento social, qualificando e valorizando os empregados que atuam nesta área com criação de estrutura funcional de carreira.

 

            A Caixa não pode se espelhar nos bancos privados que visam somente o lucro acima de tudo, em detrimento ao social.

 

            Rompimento com a Consultoria Mackenzie, que se espelha no modelo privado.

 

8 – CARREIRA

 

8.1 – Plataforma de Habitação:

       Valorização dos funcionários de habitação que hoje não possuem função no PFG.

 

8.2 - Minuta de Reivindicações do Plano de Cargos e Salários dos Técnicos de Segurança de Trabalho, Técnicos de Enfermagem do Trabalho e Enfermeiros do Trabalho da Caixa Econômica Federal

-Técnicos de Segurança de Trabalho:

Níveis: Júnior, Pleno e Sênior, com remuneração equivalente aos de Assistentes ou equivalentes;

-Técnicos de Enfermagem de Trabalho:

Níveis: Júnior, Pleno e Sênior com remuneração equivalente ao de Assistentes ou equivalentes;

-Enfermeiros do Trabalho inicialmente como CARGO ou em segunda opção também incluir níveis: Júnior, Pleno e Sênior com remuneração equivalente ao de Assistentes ou equivalentes;

          

8.3 – PSI:

- Criação de um GT – Grupo de Trabalho Nacional para discutir, apresentar propostas e negociar com a Caixa;

- Transparência no resultado dos PSI e avaliação por merecimento (os empregados devem receber explicações sobre suas notas);

- Prova objetiva, sem critérios subjetivos;

- Critério de desempate da prova: Seja considerado o empregado com idade maior;

- Após cada PSI, que o resultado seja entregue por escrito ao empregado.- A pontuação dos critérios objetivos (TPE / tempo ec/FC / Avcaixa) deverão ser somados aos critérios subjetivos (entrevista mais produção temática).

- A pontuação dos critérios objetivos (TPE / tempo ec/FC / Avcaixa) deverão ser somados aos critérios subjetivos (entrevista mais produção temática).

- Que seja parte integrante do processo de avaliação, a avaliação de competências que nada mais é que uma entrevista na qual o gestor zera todas as etapas anteriores e escolhe quem quer ou for conveniente.A avaliação de competências deve somar no máximo 20 pontos ou 20%, somando no total de notas do PSI. Aspectos objetivos e subjetivos somados.Incluir a participação efetiva de empregado habilitado em gestão de RH da GIPES, não participação virtual, em todo processo de seleção.

                                                                      

8.4 – Tempo de Experiência:

      Deverá ser contado o tempo de experiência externa e interna na integralidade e não somente nos últimos cinco anos.

 

8.5 – Promoção por Mérito:

       Deverá ser somada ao valor do salário padrão/vantagem/CTVA, e não deixar que seja absorvida pelo CTVA.

            Não fazer a promoção por mérito nos meses de janeiro e fevereiro, por haver muitos empregados em férias nessa época.

            Feedback obrigatório pelo gestor.

 

8.6 – O empregado com função eventual de gerente deverá receber 30% do salário de substituição durante todo o ano, mesmo nos dias em que não estiver substituindo. Para os dias de substituição, mantém-se a regra.

 

9 – OUTRAS REIVINDICAÇÕES

            Em complemento às demais reivindicações contidas neste relatório e referendando todas as reivindicações da minuta de 2012, os presentes no Encontro Estadual dos Empregados e Empregadas da Caixa apresentam mais os seguintes pontos:

 

9.1 - Função:

- Período de experiência somente de um ano. Após este período, a função não pode ser retirada;

- Qualquer iniciativa de retirada de função/descomissionamento, não pode ser de exclusividade do gestor, deve ser criada uma comissão com a participação de representação do sindicato local;

- As funções devem ser distribuídas com equidade, considerando os empregados lotados na área do Banco Social.

 

10. Delegação Eleita ao 30º Congresso Nacional de Empregados da Caixa:

 

Delegado Nato (CEE/Caixa):

1. Rachel de Araújo Weber – Porto Alegre

Delegados/as da ATIVA:

1. Jaqueline Martins Leal Gomes – Litoral Norte/RS

2. Iloci Silvia Doebber – Passo Fundo

3. Guaracy Padilla Gonçalves – Porto Alegre
4. Jailson Bueno Prodes – Porto Alegre
5. Virgínia Maria de Faria Jorge – Porto Alegre

6. Flávia Moreira Rodrigues – Rio Grande

7. Elenice da Rosa Machado – Rio Grande

8. Juliana Dubois Santos – Porto Alegre

9. Maristela da Rocha – Porto Alegre

10. Rosimar Bentes Ribeiro – Porto Alegre

11. Valdemar Winkler – Porto Alegre

12. Volmar da Rocha Delgado – Porto Alegre

13. Claudiomiro dos Santos – Porto Alegre

14. Devanir Camargo da Silva – Porto Alegre

15. Tiago Vasconcellos Pedroso – Porto Alegre

16. Francisco de Assis Kuhn Magalhães – Porto Alegre
17. Marcello Husek Carrión – Santa Maria

18. Julio César Jardim Pereira – Porto Alegre

19. Vagner Amaral Guedes – Santa Cruz do Sul

20. Samuel Sanches Larangeira – Pelotas

Delegados/as Aposentados/as:

1. Ana Vanessa Martins – Porto Alegre
2. Marcos Dirceu Bugs – Novo Hamburgo
3. Lia Terezinha Greco – Porto Alegre

4. Venceslina Barbosa – Porto Alegre

5. Maria Eugênia Estima – Porto Alegre

6. Maria da Graça Torelly – Porto Alegre

7. Adenir de Lourdes Severo de Souza – Porto Alegre

8. Celso Danieli – Porto Alegre

9. Sergio Aveline Squeff - Porto Alegre

10. Adoniram Goulart - Porto Alegre

11. Jaime Sarda Aramburú – Santa Maria

Observadores/as:

1. Gilmar Cabral Aguirre – Porto Alegre

2. Cláudio Morais Soares – Porto Alegre

 

11. Delegados/as Participantes do Encontro Estadual dos Empregados/as da Caixa:

 

Camaquã:

1. Pedro Germano Til

 

Caxias do Sul:

2. Ademar Henrique Bellini

 

Horizontina:

3. Jorge Alberto Werlang

 

Ijuí:

4. Moacir Scheuer Deves

5. Roberto Franco Penno

 

Litoral Norte/RS: 

6. Diego da Rosa Debize

7. Jaqueline Martins Leal Gomes

 

Novo Hamburgo:

8. Marcos Dirceu Bugs

 

Passo Fundo: 

9. Iloci Silvia Doebber

10. Marlon Roberto Monteiro de Andrade

 

Pelotas:  

11. Luiz Antonio Reck Araujo

12. Samuel Sanches Larangeira

 

Porto Alegre: 

13. Adenir de Lourdes Severo de Souza

14. Adoniram Goulart

15. Ana Vanessa Martins

16. Carlos Afonso Collin de Castro

17. Celso Danieli

18. Claudio Antonio Braun

19. Cláudio Morais Soares

20. Claudiomiro dos Santos

21. Cleto José Hubner

22. Devanir Camargo da Silva

23. Diva Maria Fernandes

24. Francisco de Assis Kuhn Magalhães

25. Geraldo Otoni Xavier Brochado

26. Gilmar Cabral Aguirre

27. Guaracy Padilla Gonçalves

28. Heloisa Goetz

29. Jailson Bueno Prodes

30. Juliana Dubois Santos

31. Júlio César Jardim Pereira

32. Laura Emanuela Sager

33. Leonardo Koller Mello

34. Lia Terezinha Grecco

35. Marcos Leite de Matos Todt

36. Maria da Graça A. Torelly

37. Maria Eugenia Estima

38. Maria Francelina Maier Dias

39. Maristela Rocha

40. Olivia Rodrigues Baptista

41. Rachel de Araújo Weber

42. Ricardo Luis da Rocha Christino

43. Rodrigo de Oliveira Borba

44. Rosimar Bentes Ribeiro

45. Sarita de Maio Viera

46. Sergio Aveline Squeff

47. Tatiane Pires Cerveira

48. Tiago Vasconcellos Pedroso

49. Valdemar Winkler

50. Venceslina Barbosa

51. Vera Lucia Reck de Araujo

52. Virginia Maria de Faria Jorge

53. Volmar da Rocha Delgado

 

Rio Grande: 

54. Elenice da Rosa Machado

55. Eunice Romeu Pitrez

56. Flavia Moreira Rodrigues

57. Michael Vinicius da Silva Evangelista

 

Rio Pardo:

58. Cassio Alexandre Pires

 

Santa Cruz do Sul: 

59. Emmanuel Brandolff Jardim

60. Vagner Amaral Guedes

 

Santa Maria:

61. Anaurelino Edenir Rodrigues de Oliveira

62. Cleonice Teresinha Frasson Domingues

63. Jaime Sarda Aramburu

64. Marcello Husek Carrión

 

Santa Rosa: 

65. Cristiano Lunkes Nedel

66. Jorge Luis Marcanth Cappellari

67. José Elias Steiger

68. Milton Baron

69. Pietro Bernardes Perdomo Fogaça

 

Santana do Livramento:

70. Helio da Silva dos Santos

Santo Ângelo:

71. Arlindo Antônio Bertolo

72. Cristiane Daniele Teixeira

73. Debora Regina da Silva

74. Vera Lucia Gindri Bueno

 

Vale do Paranhana:

75. Jaqueline Otília da Silva

76. João Marcelo Martins Nunes

77. Loivo Cesar de Leão

78. Marcelisa Alves dos Santos

79. Nilto da Cruz Escobar

80. Percival Mosmann de Oliveira