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Assembléia, hoje, 20/12, às 18 h, delibera sobre venda da sede campestre
20/12/2007

Nesta quinta-feira, às 18 horas, o Sindicato estará realizando uma assembléia para deliberar sobre a venda da sede campestre. Conforme já havíamos divulgado no material sobre a eleição distribuído aos bancários, a atual diretoria da entidade já deliberou pela venda da sede. Porém, como frisado no mesmo material, a venda só será concretizada se a categoria, através de assembléia geral, aprová-la. A sede é um patrimônio pertencente a todos os bancários e bancárias. Por isso, convidamos todos a participarem da assembléia que está marcada para amanhã.

Os motivos pelos quais a diretoria  propõe a venda da sede campestre

A sede campestre foi repassada ao sindicato em 1995 pelos membros da Adesban (Associação dos Funcionários do Meridional). Já naquela época, aqueles colegas tomaram essa decisão em virtude de não terem conseguido encontrar soluções para dotá-la de infra-estrutura mínima compatível para que os bancários pudessem dela usufruir.  

Esse mesmo debate a diretoria atual e mesmo a anterior vêm travando há longo tempo. E a conclusão a que chegamos é de que, o melhoramento das instalações da sede campestre do sindicato teria que passar, obrigatoriamente, pela instituição de uma mensalidade específica para este fim. 

Diante disso, a diretoria concluiu que o contingente de bancários dispostos a bancar esta mensalidade seria pequeno em vista da quantidade de recursos necessária para a construção e manutenção dessas instalações.   Isto, por pelo menos dois motivos. Primeiro, porque o momento atual tem exigido dos trabalhadores a contenção de seus gastos e, segundo, porque os colegas do Banrisul, BB, CEF e HSBC já têm sua sede e dificilmente se disporiam a contribuir para a manutenção de uma outra. Um terceiro motivo elencado é a subutilização da sede, fruto, obviamente, também da pouca infra-estrutura lá existente.

Recursos da venda serão investidos na construção da nova sede social

O prédio da sede social do sindicato está em precárias condições e, após análise por especialistas, chegou-se à conclusão de que seria inviável fazer uma reforma no mesmo. O prédio foi construído nos anos 1950 e, para seu padrão de construção, uma reforma se tornaria tão onerosa quanto a construção de um outro; por isso será demolido. No material sobre a eleição também divulgamos um esboço de como será a nova sede social do sindicato.

Nos últimos anos, a diretoria do sindicato conseguiu fazer uma poupança com o objetivo de reformar a sede social da entidade. A essa poupança serão somados os recursos oriundos da venda da sede campestre. Os recursos serão utilizados também na reforma do salão de eventos. Assim, o sindicato poderá renovar suas instalações apenas com recursos próprios.